Jovens Restaurados

Agosto 17, 2009

Uma voz que clama no deserto-3ª Parte

Arquivado em: Uma voz que clama no deserto-3ª Parte — Joseph Charles @ 11:51 am

Talvez o maior mérito de João esteja exatamente em ser mais do que se exige dele.Não me parece necessário que João morasse no deserto e comesse gafanhotos.E como dito,não era isso que os seus familiares esperavam dele.Porém,ele quis ir além.Todos os pregadores deveriam seguir o mesmo caminho.Todo mundo tem o direito de escolher o que quer da vida.Uma pessoa poder ser cristã cumprindo com os deveres que se lhe exigem.Ela certamente será salva.Mas se quer ser pregadora a exemplo de João Batista,como a Palavra encarnada na vida,terá que superar as expectativas e ir além das exigências.Todos podem dar testemunho do Evangelho,mas um poderoso anúncio só pode ser construido com doação e coragem de dar um passo a mais sem exigir nada de Deus.Em outras palavras,com sangue de gente que se consome de zelo pela causa do Senhor (cf.Jo 2,17).Quando encontro uma obra de evangelização poderosa,eficiente,verdadeira,perene e crescente,impressiono-me não com a quantidade de recursos materiais de que dispõe,mas com as vidas que estão por trás,quando tudo e sofrendo um martírio cotidiano,extremamente fecundo.Por trás das estruturas é que se percebe a face autêntica do Evangelho.Cada pessoa deve encontrar o seu lugar.Se quer simplesmente a vida de um cristão tradicional,que cumpre os mandamentos,tem todo direito.Não vai ser menor do que menor do que ninguém em dignidade.Afinal,foi do próprio João Batista que Jesus também disse:“No entanto,o menor no Reino dos Céus é maior do que ele”(Mt 11,11b).Mas se quer ser pregador-discípulo,deve ir além.Caso contrário,pode estar mentindo para os outros e para si mesmo.Cpmpactuar com a mentira é compactuar com o Demônio,pois o Demônio é o pai da mentira (cf.Jo 8,44c).E consceder com o Demõnio é semar joio puro.E todos sabem o que irá acontecer com o joio (cf.Mt 3,10.12).

Partilha e reflexão sobre este estudo:

Caríssimos irmãos e irmãs,esta é a penúltima semana que estamos fazendo o nosso estudo sobre o livro Pregador Ungido,de Ronaldo José de Sousa.Pois bem,estamos encerrando essa série de estudos sobre a pregação.Quero destacar aqui essa última parte desse tema,depois de três semanas falando sobre esse tema,temos uma gratidão no qual tive a oportunidade de poder evangelizar os nossos jovens que acessam o Blog Jovens Restaurados,nós podemos dizer que a pregação é fundamental que no qual,tivemos uma experiência que toda a nossa realidade de podermos então mostrar  o exemplo que a pregação,que nossa voz que clama no deserto poderíamos então entender o que posso identificar no grande sentido entretanto,posso dizer que a essa expectativa de saber o quanto a essa responsabilidade de João Batista,todos nós precisamos acreditar,o que tem em condições de poder evangelizar as pessoas que precisam efetivamente,onde podemos aplicar essa realidade em nosso coração? essa questão poderá ser respondida através do nosso chamado no qual,Deus tem preparado em nossa vida,como podemos ver no estudo João Batista comia gafanhotos,ora,o que aconteceu com aquele João Batista,que era o propagador da Palavra de Deus? Essa é uma questão que somente nós deveremos descobrir,pois essa é a nossa realidade que a possibilidade de resposabilizar o grande sentido no qual temos a nossa responsabilidade é constituir uma missão importante para a nossa evangelização.Que Deus nosso Senhor prepare para nós através dos seus ensinamentos através da pregação da Palavra.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!Para sempre seja louvado!

Obs:Na próxima semana vamos colocar o último tema dessa série sobre a pregação:“Carisma de Intercessão Profética”.

Agosto 10, 2009

Uma voz clama no deserto-2ª Parte

Arquivado em: Uma voz que clama no deserto-2ª Parte — Joseph Charles @ 1:02 pm

Nas palavras de João as pessoas podiam esperar a manifestação da voz de Deus.Tanto que ele era muito claro,quando pregava.Aos fariseus,ele dizia:“Raças de víboras quem vos ensinou a fugir da cólera vindoura?”(Mt 3,7b).Aos publicanos,exortava:“Não exijais mais do que vos foi ordenado” (lc 3,13);e aos soldados:“Não pratiqueis violência,nem defraudeis a ninguém” (Lc 3,14c).Muito prático! Ensinava à multidão coisas cotidianas,mas essenciais:“Quem tem duas túnicas dê uma a quem não tem;e quem tem o que comer,faça o mesmo”.(Lc 3,11).“O fato de Zacarias recuperar a voz no nascimento de João tem o mesmo significado que o rasgar-se o véu do templo,quando Cristo morreu na cruz(…).Solta-se a língua,porque nasce aquele que é a voz”.(cf.Santo Agostinho,Liturgia das Horas,v.III.p.1375).Deus não receava em colocar palavras na boca de João porque quando ele falava não confundia ninguém.Ele era a voz,e não simplesmente palavras.Essa voz se espalhou de tal maneira que,mais adiante,aconteceu o seguinte:“Por aquela mesma época,o tetrarca Herodes ouviu falar de Jesus.E disse aos seus cortesãos:È João Batista que ressuscitou”.(Mt 14,1-2).Qual foi a primeira pessoa que veio na cabeça de Herodes,quando escutou falar de Jesus? João Batista.Diz-se que para ser discípulo de Jesus é preciso parecer-se com Ele,a ponto de ser confundido com Cristo.No caso de João,aconteceu exatamente o contrário:Cristo foi confundido com ele.Era Jesus que estava falando e agindo,mas Herodes pensava que era João.Que imagem formidável esse pregador passou para o seu povo!Herodes foi um dos homens mais incomodados pela pregação de João.Este dizia claramente e sem medo:“Olha,não é permitido que vivas com a mulher do teu irmão!”.(cf.Lc 14,3-4).E por isso Herodes o encerrou na prisão.João era a voz para aqueles que o escutavam.O ódio de  Herodíades não foi uma reação direta contra João,mas contra a Palavra que havia sido anunciada por ele e que revelara o pecado do adultério(cf.Mc 6,18-19).Mas afronta dirigida á Palavra se concretizou em João,pelo seu martírio,porque um e outro se confundiam.Se Jesus chorou por causa da morte de Lázaro,eu imagino o que não deve ter sentido quando soube da morte de João (cf.Mt 14,12).Afinal de contas,tratava-se do homem de quem havia dito:“Entre os filhos das mulheres,não surgiu outro maior” (cf.Mt 11,9-11a).

Partilha e reflexão sobre esse estudo:

Vimos aqui a continuidade sobre a história de João Batista,o que me chama a atenção,é uma reflexão que nós podemos entender melhor,o quanto que nós queríamos entender essa realidade que estamos vivendo.Com esse sistema que temos ouvido da voz do Senhor,posso admitir que,a palavra de Deus,fortalece em prática o quanto que a nossa fragilidade seja proclamada no entanto temos a certeza,de que somos chamados a pensar e refletir o quanto que a nossa certeza,é tão profunda e tão mencionada no qual,tivemos uma partilha muito fundamental sobre a segunda parte desse estudo que estamos fazendo,afinal,nós também queremos aproveitar que o Senhor,tem realizado em nós uma perfeita salvação no nosso meio,precisamos agir de fato como João Batista,foi um dos maiores pregadores da Palavra de Deus,principalmente quando ele,foi pregar em diversos lugares,que no qual temos a grandeza de poder se realizar em nosso encontro o grande sentido da palavra que seja necessitada,ao pregar e partilhar na pregação,por isso essa é a nossa estratégia de podermos então acompanhar de perto quais foram o sentido de que o chamado de João Batista,foi para simplificar os dons de nossa certeza,no qual temos a experiência de que caminhamos juntamente na palavra do Senhor.Vamos pensar e refletir em nossa consciência,quais são os próximos desafios para a nossa humanidade.Logo saberemos o quanto que a nossa gratidão ao Senhor Jesus,possa nos colocar verdadeiramente o principal diálogo que nos faz todos sermos pregadores da Boa Nova.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Obs:Deixem os seus comentários sobre este e outros temas atualizados durante as últimas semanas de estudo sobre a pregação.Lembrando que estamos no final do nosso estudo,e logo estaremos fazendo aqui,um retiro espiritual online com diversos artigos para os jovens,que Deus abençõe a todos

Joseph Charles D´almada Batista

josephcharlesbatista@hotmail.com

josephcharles_2007@yahoo.com.br

 

 

Agosto 4, 2009

Uma voz clama no deserto

Arquivado em: Uma voz clama no deserto — Joseph Charles @ 11:47 am

Um tempo atrás eu estava em oração e o Senhor levou-me a meditar na pessoa de João Batista.Deus começou a me “falar” algumas coisas através desse personagem.Penso que essas meditações podem servir muito para a vida dos pregadores.Por isso,vou mostrar a figura de João como modelo.Já disse que um pregador é,antes de tudo,um enviado(cf.Is 61,1).Quem anuncia a Palavra de Deus deve ir às pessoas “oportuna e inoportunamente”.(cf.2Tm 4,2).Mas alguns pregadores conseguem fazer com que seus ouvintes venham a ele,sem precisar sair de onde estão para falar de Deus:as pessoas se lhes acorrem.Esse era o caso de João Batista (cf.Mt 3,5).Mas não é por isso que o considero como modelo de pregador.Afinal de contas,também os falsos profetas atraem multidões.O que estabelece João Batista como modelo pode ser descoberto em outras passagens da Bíblia.Vou começar por citar Mt 3,1-4:“Naqueles dias,apresentou-se João Batista,no deserto da Judéia,proclamando:”Convertei-vos,pois o Reino dos Céus está próximo”.E dele que falou o profeta Isaías:”Voz de quem clama no deserto:Preparai o caminhi do Senhor,endireitai as veredas para ele”.(Is 40,3).A veste de João era feita de pêlos de camelo,e ele usava um cinto à cintura;o seu alimento era gafanhotos e mel silvestre.E então Jerusalém,toda a Judéia e toda a região do Jordão saíam à sua procura e,confessando os seus pecados,eram por ele batizados no rio Jordão”.(Mt 3,1-5).Pelo contexto do Evangelho percebe-se que João era de uma família judaica tradicional.Seu pai era da classe sacerdotal,tanto que a anunciação do nascimento de João fora feita quando Zacarias havia sido escolhido para oferecer o sacrifício anual a Deus no “Santo dos Santos”;esse sacrifício era feito no lugar onde só quem entrava era o sacerdote escolhido.Os pais de João Batista eram fiéis cumpridores da Lei,judeus convíctos.Dedicaram,certamente,muito do seu tempo à educação do filho.As mulheres estéreis eram consideradas como amaldiçoadas por Deus.Zacarias e Isabel votaram,certamente,o resto de suas vidas à educação de João.Com certeza,essa educação foi tripicamente judaica.Como sacerdote,Zacarias tinha de dar ao seu filho exatamente aquilo que havia aprendido da Lei.A Lei era o caminho para a justificação.E João cresceu nesse ambiente.Quando João atingiu a fase adulta,deve ter surpreendido todas as pessoas de sua família que esperavam que ele fosse como o seu pai: um fiel cumpridor da Lei à moda antiga.João,no entanto,resolveu se vestir de pele de camelo e morar no deserto.Nesse sentido,ele escandalizou as pessoas que esperavam dele um comportamento tradicional.

Partilha e reflexão sobre o estudo:

Caríssimos jovens,estamos no mês de agosto,mês dedicado a vocação mês dedicado aos sacerdotes,e hoje Terça-Feira (04/08),estamos celebrando a solenidade de São João Maria Vianney,o Santo Cura D´ars,estamos também rezando por todos os nossos sacerdotes,neste Ano Sacerdotal,que foi proclamada pelo Papa Bento XVI no dia 19 de Junho,na festa do Sagrado Coração de Jesus.Como nós vimos nesse texto,possamos então meditar o quanto que a experiência de João Batista,foi bastante claro para todos nós.É nessa certeza de que somos chamados para sermos pregadores da Palavra de Deus,o que me chamou a atenção nesse nosso estudo do livro Pregador ungido,nesse tema de hoje,quando nós estamos passando por uma experiência como a de João Batista.O profeta Isaías nos falou claramente sobre esse tema que estamos abordando agora:“Grita uma voz:”No deserto abri caminho para o Senhor”.(Is 40,3).Quando vimos esse texto,vimos que com que possamos então levar em condições o maior sentimento de nossas vidas o que temos de valor,pois aí está uma respota que “uma voz clama no deserto”.O próprio Documento de Aparecida nos ensina que “A respota a seu chamado exige entrar na dinãmica do Bom Samaritano (cf.Lc 10,29-37),que nos dá o imperativo de nos fazer próximos,especialmente com quem sofre,e gerar uma sociedade sem excluídos,seguindo a prática de Jesus que come com os publicanos e pecadores (cf.Lc 5,29-32),que acolhe os pequeninos e as crianças(cf.Mc 10,13-16),que cura os leprosos (cf.Mc 1,40-45),que perdoa e liberta a mulher pecadora (cf.Lc 7,36-49;Jo 8,1-11),que fala com a Samaritana(cf.Jo 4,1-26).”(cf.Documento de Aparecida,135).Portanto jovens,precisamos levar em conta de que a nossa responsabilidade de assumir a nossa vocação ao chamado de Deus,como nos explica o Documento de Aparecida que diz que a resposta do chamado exige em entrar em dinãmica,pois nós aprendemos que com a grande garra e mostrar ao mundo inteiro,precisamos então levar em conta que,a nossa missão é anunciar a Boa Nova para as pessoas.Que Deus nosso Senhor,possa cada vez mais ensinar com agilidade toda a nossa certeza de que seremos chamados para sermos discípulos e missionários de nosso Senhor Jesus Cristo.Deixe seu comentário aqui em nosso Blog e comente também sobre a sua experiência sobre a sua vocação.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!!

Deus abençõe a vocês

Joseph Charles D´almada Batista- josephcharlesbatista@hotmail.com

Obs: Continuaremos a falar sobre esse tema na próxima semana.

Julho 27, 2009

O Silêncio é a metade da Palavra-2ª Parte

Arquivado em: O Silêncio é a metade da Palavra-2ª Parte — Joseph Charles @ 12:39 pm

Então,compreendido isso:que o silêncio é a metade,ou seja,é aquilo que vai completar a pregação,atecedendo-a,conclui-se que não dá para pregar sem silenciar,nem ser pregador sem o exercício da mudez.É preciso calar o coração e a vida para entender a palavra e a vontade de Deus.O silêncio é onde fica guardado o conteúdo da pregação.Muitas vezes,o Senhor fala na oração,inspira o conteúdo de uma palestra,mas demora muito para que surja uma oportunidade de pregar.Em minha vida ministerial isso sempre foi muito comum.Em oração,já preparei palestras que só viria a fazer muito tempo depois.Isso acontece para  que seja exercitado o recolhimento.O Senhor fala,mas é preciso guardar no coração e publicar só no momento oportuno,sem precipitação.Quando chega a um rio,a primeita coisa que uma pessoa observa é a direção da correnteza.Isso porque,numa eventualidade,fica mais fácil discernir como nadar ou como se salvar.Também na vida espiritual é assim.É preciso perceber como Deus age e em que direção Ele caminha,para depois pegar a “correnteza”.Quando a Palavra quis ser carne no mundo,ela escolheu como via o silêncio de uma mulher.Isso aconteceu com a própria Palavra,imagina-se como não deve ser como as pequenas pregações do dia-a-dia.Ocorre que,algumas vezes,o pregador toma o rumo contrário nos caminhos do Senhor.Na prática,ele quer viver e pregar o Evangelho à sua maneira.Esse é o “pregador Kid Abelha”,aquele que olha para o Evangelho e diz:“Eu quero você como eu quero”.Se,no princípio,para que Deus manifestasse a sua Palavra ao mundo,Ele utilizou o silêncio,também hoje,para manifestar a sua palavra e do silêncio dos pregadores.No Salmo 138 tem um versículo importante nesse aspecto:“Senhor,todos os reis da terra te louvarão quando ouvirem as palavras da tua boca”.(v.4).Esse trecho é profundíssimo,inclusive porque exalta a grande onisciência de Deus.Mas é bom perceber como,na vida dos pregadores,isso é importante e fundamental.As palavras que estão sendo escritas agora,nem sequer me chegaram à consciência é Deus já as conhecia todas.No momento da pregação acontece a mesma coisa:antes das palavras serem ditas,Deus já as conhece.Portanto Ele se antecede às palavras.Ora,o que é o momento anterior à palavra? Sem dúvida,é o silêncio.

Partilha e reflexão sobre o estudo:

Estamos encerrando a segunda parte do tema sobre o silêncio,porém,vimos que nesse momento de silêncio é bastante fundamental.Nós vimos aqui a importãncia de progredir verdadeiramente que,o silêncio antes da pregação,é uma forma de podermos apresentar a Deus a nossa vontade de poder pregar nesse momento ao falarmos do silêncio.Para isso,estamos abordando o tema que é muito fundamental para todos nós,queremos observar em  prática,o qual que temos em vão no qual,o Senhor tem falado para nós o que devemos fazer na hora de começar antes de pregar a Palavra de Deus.Estamos profundamente,apreciando o sentido do silêncio que é a metade da Palavra.O nosso objetivo,é poder restaurar os nossos corações de toda opressão.Afinal,é para se colocar em prática o que temos que fazer,é muito simples,escutar o Senhor em silêncio e escutar atenciosamente,no que ele pede para todos nós.Neste momento de partilha o Senhor tem dado para nós uma perfeita mensagem através do seu Espírito:“Senhor,a ti elevo a voz:não fiques em silêncio,meu Deus,pois se não me falas,sou como quem desceu à sepultura”.(Sl 28,1).Vejam,como o salmista nos falou claramente,ele pede que o Senhor não ficasse em silêncio,mas a certeza de que Deus parece distante e o ataque dos inimigos com isso torna-se mais ameaçador o salmista confia que será protegido de todo o mal;pois Deus é o seu escudo.E faz um agradecimento,sentindo que sua oração foi ouvida.A partir daí,vimos que o silêncio,é preciso passar por uma experiência de que quando estamos em oração,precisamos permanecer em silêncio,no qual temos que obedecer ao Senhor,que nos redimiu a sua súplica e agradecer a ele para podermos então fazer a pregação.Que Deus nosso Senhor,nos dê a sua sabedoria e que ele nos ensine cada vez mais com o seu verdadeiro amor,na prática do bem,e que nós possamos então levar em consciência o que devemos fazer para sermos confiantes na palavra do Senhor.Que Deus abençõe a todos.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Obs: Na próxima semana,falaremos sobre o tema “Uma Voz clama no deserto”

Julho 21, 2009

O Silêncio é a metadade da Palavra

Arquivado em: O Silêncio é a metade da Palavra — Joseph Charles @ 12:23 pm

“Naquele dia,ao cair da tarde,Jesus disse aos discípulos:”Passemos para a outra margem!”. Eles despediram a multidão e levaram Jesus,do jeito como estava,consigo no barco;e outros barcos o acompanhavam.Veio,então,uma ventania tão forte que as ondas se jogavam dentro do barco;e este se enchia de água.Jesus estava na parte de trás,dormindo sobre um travesseiro.Os discípulos o acordaram e disseram-lhe:”Mestre,não te importa que estejamos perecendo?” Ele se levantou e repreendeu o vento e o mar:”Silêncio! Cala-te!” O vento parou,e fez-se uma grande calmaria.Jesus disse-lhes então:”Por que sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?” Eles sentiram grande temor e comentavam uns com os outros:”Quem é este,a quem obedecem até o vento e o mar?” (Mc 4,35-41).

Quero tratar de um tema singular e,até certo ponto,estranho para os pregadores: o silêncio.Muitos lembram que ele faz parte da vida do ministro de pregação.Isso porque os pregadores têm como característica básica o falar.Por força do ministério (que obriga a estar sempre falando),acabam esquecendo que,em boa parte do tempo,é necessário silenciar.Começo chamando a atenção para esta frase:”A metade,evidentemente,não é uma coisa completa.Para que uma coisa seja acabada,precisam existir as duas metade.O que acontece,por exemplo,se um casal se separa? Embora o marido e a mulher continuem sendo quem são individualmente,a família se desfaz.Quando se afirma,então, que o silêncio é a metade da palavra,diz-se aos pregadores que se eles não tiverem a capacidade de silenciar do mesmo modo que a audácia de falar,não possuirão uma pregação completa.São duas metades! Elas se integram:o silêncio e a palavra.Um pregador tem de falar destemidamente quando está no púlpito,mas noutros momentos da vida,deve encontrar oportunidades para silenciar.O silêncio,também,pode ser chamado de “o lado noturno da palavra,o seu sono.O sono restaura as forças.O silêncio é aquele repouso da voz da pregação:nele,novos conteúdos são descobertos e aprofundados.Se a palavra é a ação,o silêncio é o descanso.Há pregadores que reclamam do cansaço.Aí está o descanso:no silêncio.É o lado noturno da palavra.Se não houver repouso,não haverá trabalho frutuoso.O próprio Cristo ensinou isso com gestos concretos.Jesus passou praticamente trinta anos no silêncio de Nazaré.Durante a maior parte de sua vida Ele não apareceu,não se manifestou.Os evangelistas nada escreveram sobre Jesus referente a esse período da sua vida,com exceção de sua estada no templo,aos doze anos.Hoje em dia,muitas pessoas,filósofos e doutrinas proucram dar explicações para a vida de Jesus nesse tempo; essas pessoas vivem se interrogando:o que foi que aconteceu com Ele antes de iniciar o ministério público? Alguns até dizem que Ele passou esse período ensinando ioga no Extremo Oriente.Parece que a única explicaçãoplausível é o silêncio.Jesus ficou trinta anos em silêncio,para conceber o essencial da sua pregação,a parte fundamental.Porque mesmo sendo Deus,foi muitas coisas no cotidiano,pela observação,pelo contanto silencioso com o Pai e com os homens.Antecipou a sua manifestação pública somente por causa da intercessão da Virgem do Silêncio (cf.Jo 2,1-12).Jesus percorreu a via do silêncio desde Nazaré até a Cruz,que é sua plenitude.A Cruz é a expressão completa do silêncio.Enquanto os homens pecavam diretamente contra Deus,Jesus nada respondia em sua defesa e dirigia algumas palavra apenas ao Pai (cf.Lc 23,34-36).Jesus preparou-se,então,no silêncio do seu tempo em Nazaré,passou pelo silêncio da Cruz e foi no silêncio da noite que aconteceu o grande triunfo da ressurreição.O triunfo pascal também ocorreu no silêncio.

Partilha e Reflexão sobre o estudo de hoje:

O tema principal do nosso estudo de hoje,nos fala sobre o silêncio.Como nós vimos no Evangelho de São Marcos (cf.Mc 4,35-41),vimos acima a parábola da Tempestade acalmada,vimos que o silêncio que foi ordenado por Jesus quando aquela ventania estava forte,Jesus falou claramente “Silêncio! Cala-te”,foi com uma profunda calmaria que vai se iniciando um profundo silêncio,como nós vimos no estudo de hoje,temos em conta de que Jesus vivia no silêncio a mais de trinta anos,quando nós refletimos essa partilha,pude perceber que a nossa obediência ao silêncio,tocou muito mais forte no momento da pregação.Jesus nos questionava o porque que estamos sendo medrosos,será que nós não temos fé  em nosso coração? Por isso precisamos refletir o que mais poderiamos fazer nas horas quando precisamos ouvir o Senhor pregando para nós a tua Palavra.Na Biblia Ave Maria São Paulo nos afirma na Primeira Carta aos Coríntios:“Rogo-vos irmãos,em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,que todos estejais  em pleno acordo e que não haja entre vós divisões.Vivei em boa harmonia,no mesmo espírito e no mesmo sentimento”.(I Cor 1,10).É com essa expressão que tenho colocado diante de todos nós como que devemos partilhar,o grande sentido de nossas vidas,para isso,precisamos levar em conta,o que precisamos levar em prática,todo aquele momento de experimentar com a graça de Deus em nossas vidas.Por isso irmãos e irmãs,vamos pensar claramente no que vamos fazer o que vivemos em nosso dia a dia para podermos então experimentar dentro da palavra o silêncio profundo de Jesus.Vamos portanto,pedir ao Senhor que nos dê toda a tua unção,de podermos anunciar verdadeiramente a tua palavra,onde todos nós possamos então levar em prática todo o nosso sentido de viver em nossas condições de sermos discípulos e missionários.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Obs: Quero aproveitar e enviar a todos vocês que estão acompanhando semanalmente as formações nos nossos blogs de formação,quero deixar aqui alguns links onde eu no qual estou participando dos sites de relacionamento.

Gente de Fé: http://www.gentedefe.com/joseph

Twitter: http://twitter.com/josephcharlesba

Nação Católica: http://www.nacaocatolica.com.br/pg/profile/josephcharlesdbatista

Blog formação Humana: http://blogdojosephcharles.blogspot.com

Blog Universidades Renovadas: http://universidadesrenovadas-campos.zip.net

Blog Artigos de Evangelização: http://artigosdeevangelizacao.wordpress.com

Deus abençõe a todos

Joseph Charles D´almada Batista

josephcharlesbatista@hotmail.com

Julho 15, 2009

Migalhas que caem da mesa

Arquivado em: Migalhas que caem da mesa — Joseph Charles @ 12:47 pm

“Eu fui enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel “(Mt 15,24).

Essa é uma história muito conhecida dos pregadores que,conforme se supõe,são leitores assíduos da Bíblia.O caráter dessa mulher cananéia é um exemplo formidável de perseverança na oração e confiança em Deus.Gostaria de tentar expor as coisas mais detalhadamente e fazer uma aplicação caracterizada.Jesus saiu de Jerusalém depois de uma discussão com os fariseus (cf.Mt 15,1-21).Foi para os arredores de Tiro e Sidõnia,ou seja,para fora de Israel,com a intenção de se ocultar (cf.Mt 7,24b).Isso significa dizer que não foi a Jesus.A cananéia assumiu uma atitude de procura,de busca,com um fim determinado;no caso a cura da filha.Diz o Evangelho que a mulher,ao encontrar Jesus,gritava insitentemente:“Senhor.Filho de Davi,tem piedade de mim!”acrescentando o motivo daquela petição:“Minha filha está cruelmente atormentada por um demõnio” (v.22).A oração da cananéia,portanto,já começou com bastante intrepidez e insistência,o que é típico dos grandes orantes da Bíblia.Os grandes orantes da Bíblia são essas pessoas comuns,que conseguiram atingir o coração do Senhor com os seus pedidos impávidos e persistentes (cf.Lc 7,36-47;17,11-19;18,13-14;Mc 10,46-52).Vê-se que a cananéia chegou sem timidez e encheu sua oração de espontaneidade.O mais interessante é que diante de toda essa intrepidez,Jesus permaneceu calado.Ele não respondeu palavra alguma.Essa situação é bem parecisa com a de algumas pessoas que,hoje em dia,se extasiam em oração,por vezes desesperadas,angustiadas e perdidas,mas o Senhor permanece calado,como se estivesse imune á situação.Quantas pessoas não esfriam na oração ou até abandonam a fé por causa disso.Não compreendem que esse é um estágio de crescimento na caminhada de espiritualidade.

 

Partilha e estudo sobre essa reflexão:

Quantos de nós passamos por diversas dificuldades poder compreender nesse tema que estamos refletindo hoje? Podemos dizer que esta é uma resposta bem difícil pra se responder,Quando nós pensamos que estamos angustiados e perdidos nesses tempos que passamos,não sabemos que esta é uma boa explicação para tudo isso,existe uma forma de poder compreender que Jesus continua permanecendo calado,mas como que nós possamos então colocar em prática tudo isso,o que devemos fazer para aplicarmos essa situação em um diálogo que somos capazes de receber esse pedido de oração e súplicas para Jesus? Esse pedido foi sucedido? Essas e outras questões poderemos ver o quanto que o nosso coração,fica depressivo,angustiado com toda essa sistemática situação,que vivemos nos dias de hoje,é bastante superado,devemos passar por discernimentos e escutar com atenção o que o Senhor quer nos ensinar.Pra você que pregador(a),precisa pensar e refletir nos momentos mais difíceis da sua vida,o quanto que precisa de uma aconselhamento espiritual,pois bme,para isso nós queremos que seja forte e seja corajoso (cf.Josué 1,6-9).Portanto vejamos o que isso vai acontecer daqui pra frente.Portanto peçamos as nossas súplicas a Deus,e peçamos a Ele que nos cure dessas dificuldades que estamos passando no dia de hoje,possamos então levar as nossas preces e as nossas súplicas fazendo pedido de oração.

Louvado  seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!!

Deixe seu comentário e por favor peço a todos que comentem também sobre os temas anteriores que estamos refletindo através do nosso estudo do Livro “Pregador Ungido”.

Deus abençõe a todos

Joseph Charles D´almdada Batista

Julho 8, 2009

Tu és o meu Deus,Eu te procuro

Arquivado em: Tu és o meu Deus Eu te procuro — Joseph Charles @ 4:56 pm

“Ó Deus,tu és o meu Deus,desde a aurora eu te procuro.De ti tem sede a minha alma,anela por ti minha carne,como terra deserta,seca,sem água.Assim no santuário Te busquei,para contemplar teu poder e tua glória.Pois tua graça vale mais que a vida,meus lábios proclamarão o teu louvor.Assim te bendirei enquanto eu for vivo,no teu nome eu erguerei minhas mãos.Eu me saciarei como nun farto banquee e com vozes de alegria te louvará minha boca.No meu leito te recordo ,pois tu foste meu auxílio;exulto de alegria á sombra de tuas asas.A ti está ligada a minha alma,a tua mão direita me sustenta” (Sl 63,1-9)

Para esse tema utilizo a tradução da Bíblia da Jerusalém.Devo começar a aplicação desse texto partilhando uma experiência.O ser humano é tendente a se acostumar com aquilo que tem todos os dias.Quando um casal apaixonado inicia sua vida conjugal,ambos passam os primeiros dias praticamente só pensando um no outro.Depois de algum tempo tudo pode ficar rotineiro e sem sabor.Mas se ficarem distantes um do outro novamente,poderão sentir a falta e recupera o carinho mútuo.É fácio perceber como isso acontece no dia-a-dia das pessoas.Jesus diz que nós entendemos as coisas humanas,mas quando ouvimos coisas espirituais não as compreendemos.É preciso muitas vezes,que Deus se afaste,para ensinar o homem desejá-Lo,como se estivesse com sede.”Oh! Deus,Tu és o meu Deus,eu te procuro”.Existem traduções que em vez de “eu te procuro”,trazem:”sou madrugador junto de ti” ou “desde a aurora,ansioso vos busco”.Isso revela que aquele que percorre a vida de oração deve fazer dela uma propriedade;por isso,não raro ter necessidade de rezar logo que acorda,como a primeira  coisa do dia.Mesmo as pessoas afastadas da religião aprendem a rezar assim que acordam.Para aqueles que se propõe a viver essa procura constante de Deus,vale a pena madrugar ou mesmo retardar o sono para ter momentos de intimidade com Ele.Mesmo que não O sinta,deve fazê-lo para dedicar-se á busca.Buscar o Senhor insistentemente,desde o princípio do dia.

Partilha:

Meus queridos irmãos e irmãs,vejo que a nossa missão tem um grande objetivo de procurar o Senhor Deus,todos nós sabemos que na mesma situação,temos que proclamar verdadeiramente o nosso ardor missionário.Por isso,o Documento de Aparecida,nos relata a esse ardor missionário na nossa Igreja e o Documento explica que “Como discípulos de Jesus reconhecemos que Ele é o primeiro e maior evangelizador enviado por Deus (cf.Lc 4,44)  e ao mesmo tempo o Evangelho de Deus (Rm 1,3).Cremos e anunciamos “a boa nova de Jesus,Messias,Filho de Deus” (Mc 1,1).Como filhos obedientes à voz do Pai,queremos escutar a Jesus(cf.Lc 9,35) porque Ele é o único Mestre (cf.Mt 23,8).E Vida (cf.Jo 6,63.68)”.(cf.Documento de Aparecida,103).Continuando a nossa partilha,possamos então levar a sério toda a nossa missão de evangelizar,pois nós precisamos então anunciar que todas as nossas virtudes,sejamos preparados,para que o nosso objetivo,é fundamental,no nosso meio,Jesus porém mostrou aos seus discípulos que nessas condições ele diz:“A messe é grande,mas os operários são poucos”(Mt 9,37).Pois bem,precisamos trabalhar na messe do Senhor,precisamos mostrar para o povo de Deus,que na certeza de que somos capazes de mencionar a nossa coragem de evangelizar,os discípulos e discípulas de nosso Senhor Jesus Cristo.Mesmo que nós possamos então levar a missão de evangelizar,vamos portanto pedir a Deus que nos derrame a tua graça e que nós possamos levar essa graça e podemos então ser missionários de Jesus Cristo.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!!

Para sempre seja louvado!!

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Junho 30, 2009

Sobre mim um óleo puro derramastes

Arquivado em: Sobre mim um óleo puro derramast — Joseph Charles @ 12:10 pm

“Vós me destes toda a força de um touro e sobre mim um óleo puro derramastes” (Sl 91,11).

Por várias vezes,durante a recitação das Laudes,na Liturgia das Horas,o entendimento fixou-se sobre esse versículo.Às vezes refletindo e procurando descobrir o significado dessas palavras,mesmo seguiam na leitura do Salmo.A fixação significava não só uma busca por um entendimento mais claro,mas uma atitude interior de convcção; eu sentia em mim a força dessa expressão e sabia inutivamente que ela era profundamente verdaeira em minha vida.Aprendi que,na literatura bíblica,o touro é símbolo de força por excelência;por sua figura está associada ao poder do próprio Deus.O touro era considerado como o mais forte dos animais,por isso era sacrificado em ocasiões especiais:Dia da Expiação (cf.Nm 29,8),consagração do templo (cf.1Rs 8,63),retorno do exílio (cf.Esd 8,35).A sua imagem foi tida como símbolo do poder de Deus,inclusive no episódio da fabricação do bezerro de ouro (cf.Êx 32,1-6) e quando foram colocadas estátuas em Betel e Dã,por Jeroboão,(cf.1Rs 12,25-32).Portanto:que força é esta que está em mim,identificada com o próprio Deus e que,ao invés de fazer senir-me auto-suficiente,revela-me cada vez mais minha fraqueza e esclarece-a numa perspectiva de humildade e sumissão? Indagava em que consistia esse poder,já que me sentia extremamente frágil e vulnerável aos alentos do pecado.O esclarecimento para essa questão pude encontrar no próprio versículo,quando o salmista  expressa-se nos seguintes termos: “…sobre mim um óleo puro derramastes”.Ele se refere a um tipo de unção muito comum no Antigo Testamento,cujo significado era o de uma consagração e o sinal era o óleo derramado sobre a cabeça ou o corpo inteiro da pessoa investida.Quando Deus escolhia alguém para uma missão,o sujeito era ungido para isso através desse sinal (cf.1Sm 10,1;16,1-13).Para os hebreus,o óleo penetrava profundamente o corpo,transmitindo força,alegria,saúde e beleza.Ora,saúde e beleza nem tanto,mas força e alegria o Senhor concede abundantemente a um pregador quando o unge.Uma força interior capaz de testemunhar o Evangelho com todas as suas implicâncias;uma alegria que o leva a um anúncio vibrante da Palavra de Deus,permitindo uma perfeita união do poder divino com a fraqueza humana:daí a imagem do touro.

Partilha sobre este tema:

Amados irmãos e irmãs,continuamos a nossa série de estudos sobre o livro “Pregador Ungido” de Ronaldo  José de Sousa,nós vimos aqui alguns aspectos de que um óleo puro derramou sobre todos nós.Deus nos enviou essa missão,com que fôssemos pregar a palavra de Deus,neste sentido pude perceber que nestas condições,tive que refletir nesse momento,quando somos chamados para essa missão,e qual seria essa missão que Deus nosso Pai,nos enviou? Pois bem,a resposta é muito clara:“Vinde após mim;eu vos farei pescadores de homens”.(cf.Mc 1,17).Quando Jesus,nos chamou para essa misão,vimos que nós temos que cumprir essa missão tão importante que nos traz uma verdadeira unção que o óleo derramado e ungido pelo Espírito Santo,somos chamados a nos concentrar e penetrarmos na Palavra de Deus.Vimos também que Jesus chamou os seus primeiros discípulos para pregarem a Boa-Nova da Salvação.Por isso o próprio Documento de Aparecida,nos garante essa missão que nos chamasse a atenção de todos nós:“Em todo o processo de formação,o ambiente do Seminário e da pedagogia formativa deverão cuidar do clima de sá liberdade e de responsabilidade pessoal,evitando criar ambientes artificiais ou intinerários impostos.Destacamos a formação dos leigos deve contribuir,antes de mais nada,para sua atuação como discípulos missionários no mundo,na perspectiva do diálogo e da transformação da sociedade”.(Documento de Aparecida,322;283).Portanto,a nossa formação como discípulos e missionários,sabemos que a nossa proposta é evangelizar o Povo de Deus,mesmo que estão nos diversos encontros de formação,espiritualidade,possam então colocar todas essas práticas,quando temos uma missão de evangelizar.Mas quero destacar neste nosso estudo,garantindo que a pregação é um forte instrumento para que o discípulo possa levar em conta a sua responsabilidade de anunciar com unção a Boa Nova a todos os Filhos e Filhas de Deus nosso Pai.Portanto queremos ter essa nossa responsabilidade de anunciar a palavra de Deus a todos os lugares,necessitamos então de muita força e coragem,e para concluir essa formação,deixo aqui bem claro,que nós não estamos sozinhos nessa,Deus está conosco,a partir daí,somos chamados a levar a evangelização a todos os lugares onde também possamos ouvir o que o Senhor tem para nos falar.Vamos portanto pedir ao Senhor,que nos unge com o seu oléo que derramastes sobre nós,e peçamos ao Espírito Santo que venha atrair os nossos corações,para ouvir a Palavra do Senhor.Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Deixe o seu comentário sobre esse tema e partilhe conosco a sua experiência de pregar a palavra de Deus.

Deus abençõe

Joseph Charles D´almada Batista,autor do Blog Jovens Restaurados.

Obs:Na próxima semana,vamos abordar o tema:”Tu és o meu Deus,eu te procuro”.

Junho 22, 2009

Quem enviarei eu?

Arquivado em: Quem enviarei eu? — Joseph Charles @ 12:56 pm

O exercío do ministério da pregação é um dos mais difíceis.Isso porque a única forma de exercê-lo é pregando e,para pregar,é preciso ter coragem de enfrentar um público,desbravando sozinho os caminhos da palestra.Existem pessoas que conseguem fazer uma pregação em dupla,alternando as falas,mas elas são exceções.Na grande maioria dos casos,o pregador tem de se dispor a avançar e vencer o seu próprio medo sem o auxílio direto de ninguém.Os ministérios de música,intercessão,aconselhamemto e outros,geralmente são postos em prática por duas ou mais pessoas.Assim,um ministro inexperiente tem a oportunidade de se apoiar num outro mais maduro e,muitas vezes,chega a permanecer todo o tempo numa posição secundária.Seria como aquela história da dupla sertaneja onde só um canta e outro apenas o acompanha,para não deixá-lo sozinho,pois o cantor morre de medo do palco e do público.Na pregação não há como fugir do lugar principal e mais difícil,nem como deixar de se expor e correr riscos.Talvez por isso,muitas pessoas se inicam nesse ministério,mas desistem no meio do caminh,às vezes sem chegar a fazer uma palestra se quer.Dos muitos chamados ao ministério da pregação,poucos aderem com determinação,dispostos a superarem,na graça de Deus,os próprios limites da timidez,da linguagem,da retórica,da contemplação e tantos outros que surgem.Nesse sentido é que se contextualiza a indagação do Senhor em Is 6,8a:“Quem enviarei eu? E quem irá por nós?”.Em outras palavras:“Que voz utilizaremos para anunciar?”.A voz do pregador precisa ser instrumento do Espírito.Na carta aos Romanos (10,14-15),São Paulo revela uma dimensão do chamado do pregador que,para muitos,permanece obscura:“Porém,como invocarão aquele em quem não tem fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar,se não houver quem pregue? E como pregarão se não forem enviados (…)?”.A expressão “se não forem enviados” sempre chamou a atenção.Seria lógico que São Paulo dissesse:“E como pregarão,se não forem chamados?”.Mas o chamado do pregador tem duas dimensões imanentes.Ambas se manifestam na subjetividade da pessoa,como uma realidade intuitiva,embora possam ser reforçadoas por sinais objetivos.A primeira é o chamado propriamente dito;a pessoa se sente convidada a ser pregadora.A segunda é o envio,que é um impulso interior pelo qual ela sente necesseidade de falar,incontendo o anúncio e superando os obstáculos das limitações pessoais.Muitos sentem-se chamados a exercer a pregação,mas permanecem absorvidos no convite,sem se abrirem à dimensão do envio,áquela força interior que os impediria de ficarem calados.Depois de um tempo,esfriam completamente e frustam o plano de Deus para si mesmos nesse aspecto.

Partilha:O que podemos fazer,para não ficar frustados,para serem chamados e enviados para fazer a pregação?Pois bem,a resposta é muito simples,sabemos que as nossas condições de podermos pregar a palavra de Deus,muitas pessoas,sentem muita timidez,na hora de fazer a pregação.A palavra de Deus,que nos faz com que São Paulo nos afirma na sua Carta aos Romanos dizendo que “logo,a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo”.(cf.Rm 10,17).Porém percebenos que para poder exercer a pregação,sejamos discípulos e missionários de Cristo,pois nós não podemos deixar de se abater em nosso coração,o chamado de Deus em nós para poder anuciar o Evangelho,nós não podemos deixar que a timidez possa atrapalhar a nossa pregação,mas para isso,todos temos a vontade de pregar a palavra de Deus,como dizia no Evangelho de São Mateus nos diz assim:“Porque muitos são os chamados,e poucos os escolhidos”.(Mt 22,14).Porém somos chamados a ser anunciadores da palavra de Deus,portanto,vejo que o nosso chamado,é como se fosse o dom de Deus,pois ele tem nos chamados,a partilhar da sua palavra e anuciar o Evangelho a toda criatura (Mc 16,15).Portanto essa é a nossa missão de evangelizar,é a nossa meta que devemos alcançar,buscar as coisas do alto.

Esta formação é retirada do livro Pregador Ungido de Ronaldo José de Sousa,Editora Santuário,7ª edição,2001.

Deus abençõe

Joseph Charles D´almada Batista Autor do Blog Jovens Restaurados

Obs:Na próxima semana o próximo tema dessa série é:”Sobre mim um óleo puro derramastes”.

Junho 15, 2009

Série Pregador Ungido

Arquivado em: Serie Pregador ungido — Joseph Charles @ 12:26 pm

Olá meus caros internautas,esta semana,começaremos a fazer a meditação da nossa formação sobre a série a respeito de pregação da palavra,portanto prepare-se ,pois estamos nos preparando para levar a vocês que têm a vontade de entrar em caminho no vocacionado de pregar a palavra de Deus,vamos iniciar,a nossa formação da Série: Pregador Ungido.O tema para a semana que vem é “Quem enviarei eu?”,pois esse tema vai ajudar a você que é um jovem ungido por Deus,nessas horas precisamos levar a graça de Deus em nossa vida,porque,quando nós pregamos a palavra de Deus,somos chamados a ser discípulos e missionários como nos diz o Documento de Aparecida que “A formação e acompanhamento de leigos e leigas,que influindo nos centors de opinião,se organizem entre si e possam ser assessores para toda a ação social”.(cf.Documento de Aparecida,518 k).Não percam!!

Não percam!!

Deus abençõe a todos

Joseph Charles D´almada Batista

Autor do blog Jovens Restaurados.

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