Jovens Restaurados

Agosto 31, 2009

Carisma de Intercessão Profética-2ª parte

Arquivado em: Carisma de Intercessão Profética-2ª parte — Joseph Charles @ 11:14 am

Qualquer um que assuma essa atitude de olhar para o mundo de hoje,vai encontrar as pessoas se entregando ao pecado,tal como em Israel naquele tempo,mas desta feita com um detalhe importante:em troca de pouquíssima coisa.Torne-se como exemplo os jovens que se drogam.Geralmente procuram apenas um pouco de paz.Eles se furam,se arriscam e não hesitam em pecar por causa de alguns momentos de quietação,mesmo sabendo que a angústia pós-efeito é maior.Jesus é a paz! O grande anúncio pascal foi uma comunicação de paz (cf.Jo 20,19).Mas os jovens que buscam-na,o fazem muitas vezes por meio do pecado.Outro exemplo,abrolha-nos muitos pecados de omissão são cometidos por pouquíssima coisa.Pessoas que podiam fazer muito pelos pobres,não o fazem por preguiça ou comodismo;não se envolvem com nenhuma causa e preferem perder seu tempo assistino a jogos de futebol ou a qualquer outro programa de TV,ou ainda,se dedicando exaustivamente a atividades de lazer ou mesmo a algum hobby que as faz fecharem-se em si mesmas.Quando alguém comete pecados para conseguir grandes coisas (poder político,riquezas,prestígo,etc.),até que isso é mais ou menos compreensível.Essas coisas seduzem e todo homem é passível de iniqüidade.Mas as pessoas estão tão entregues à maldade,que pecam praticamente de graça.Muitas vezes cobram para amar,mas não para pecar.O amor que é essencialmente gratuito,ás vezes é dado para se ter algo em troca.A maldade está inserida no mundo sob diversas formas,não só porque o Demônio ataca,mas também porque não há defesa.Essa é a comprovação de Ezequiel.Na profecia,Deus se lamenta dizendo:“Tenho procurado alguém que construísse o muro e que ficasse lá na brecha para defender,mas não encontrei ninguém”.(v.30).Essa lamentação de Deus tem semelhança com aquela que referida por Isaías,a qual já comentei aqui mesmo  nesse ensaio:“A quem enviarei eu?”(cf.6,8).Há,portanto,uma identificação entre a missão como tal do pregador e a responsabilidade entre a missão como tal do pregador e a responsabilidade que ele tem de se estabelecer como defensor do mundo,como intercessor.A mesma coisa podemos subtender do que disse Deus a Jeremias:“Vê:dou-te hoje poder sobre as nações e sobre os reinos para arrancares e demolires,para arruinares e destruíres,para edificares e plantares”.(Jr 1,10).Através da leitura dos profetas,fica claro que o pregador tem de desempenhar uma espécie de carisma de intercessão,que na prática é uma atitude de defesa,como se estivesse colocando-se na brecha para evitar muitos males no mundo.Mas no que consiste esse carisma de intercessão? Eu quis descobrir isso pela meditação dos profetas.Sabia,de antemão,que ele não se confunde com o serviço da intercessão,tal como é concebido nos grupos da Renovação Carismática.

Partilha e reflexão desse estudo:

Caríssimos irmãos e irmãs,continuamos a falar sobre o tema sobre o carisma de intercessão profética.Hoje porém pude perceber que nós partilhamos nesse tema na segunda parte,fala sobre o pecado,o pecado porém pode ser uma causa para todos aqueles que precisam entender e compreender o quanto que a desvalorização do pecado,é bem provável que o pecado cometido,pode prejudicar a nossa vida,como pregadores do Evangelho,nós não podemos deixar que o Malígno nos domine como se fôssemos escravos dele,não podemos deixar que ele venha invadir o nosso coração para acreditar no que o Malígno quer conosco,pois esse momento,é hora de reagir contra qualque todo tipo de pecado.Muitas vezes pude perceber que o pecado é uma resposta sem solução para todos os nossos problemas,por exemplo,a falta de responsabilidade e a falta de atenção.O que eu penso,é se nós pudéssemos colocar a nossa fé e a nossa vitória,contra  o pecado,São Paulo na Carta aos Romanos diz que mais em tudo isso seremos vencedores(cf.Rm 8,37).Isso porém pode nos dar uma geração nova em nossas vidas,mas afinal de contas,se Deus é por nós quem será contra nós ?(cf.v.31).Porém essa é a proposta de colocar tudo isso em prática toda a nossa certeza de que Jesus Cristo é o Senhor.No segundo livro de Crõnicas,mostra uma passagem que fala sobre a conversão de Israel,feita pelo Senhor,o Deus de Israel,como porém podemos identificar uma resposta inicial para quem o escutou com admiração.(cf.2Cr 15,4;Documento de Aparecida,n.278b).Pois é assim que queremos tratar desse assunto para podermos refletir sobre diversos temas que são atuais,porém queremos demomstrar o quanto que esse tema é fundamental para nós,pois essa é a promessa de Deus em nossas vidas.Que Deus nosso Senhor,nos coloque em prática toda essa partilha e que nós podemos encontrar respostas e respondermos algumas questões que queremos ouvir do Senhor.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Obs: Continuaremos a refletir mais sobre esse tema na próxima semana.

Agosto 24, 2009

Carisma de Intercessão Profética-1ª parte

Arquivado em: Carisma de Intercessão Profética — Joseph Charles @ 11:47 am

“O povo da terra pratica a extorsão,comete roubos,oprime o pobre e o necessitado e maltrata o estrangeiro sem julgamento.Proucrarei entre eles alguém que construísse um muro e ficasse firme na brecha diante de mim em favor do país,para eu não o destruir,mas não encontrei”. (Ez 22,29-30).

Esse texto bíblico é muito conhecido e,na Renovação Carismática,foi freqüentemente aplicado ao serviço da intercessão.De certo modo,é ainda sobre intercessão que gostaria de referir.Porém,sob outra perspectiva,mais acomodada ao ministério da pregação.Note-se que Ezequiel apresenta Deus tomando uma atitude concreta:um olhar.É como se o Senhor estivesse contemplando a população da terra e observando sua situação.Aliás,isso é muito comum na Bíblia.Basta lembrar da criação do mundo,quando Deus olhou para cada etapa do seu “trabalho”,e artibuiu a quantidade de “bom” às coisas que fez (cf.Gn 1,4.10.13.18.21.25.31).Noutra ocasião,o Senhor arrependeu-se de ter feito o homem(cf.Gn 6,5-6).E quando o homem estava totalmente corrompido,nos tempos de Noé,Deus olhou novamente o mundo para encontrar um justo que obedecesse à sua voz (cf.Gn 6,8.22).E assim como nessas,noutras situações bíblicas Deus aparece observando o mundo e tirando conclusões.O próprio Jesus fez isso em algumas ocasiões,como sobre Jerusalém (cf.Mc 23,27),ou no momento em que afirmou:“Mas quando vier o Filho do homem,acaso achará fé sobre a terra? (cf.Lc 18,8b).É interessante observar que algumas ações humanas também começam com um “olha” como que de contemplação de ver,julgar e agir.É bem verdade que não é suficiente olhar o mundo e julgá-lo,mas é preciso ter critérios bem definidos e verdadeiros para isso.Não seria suficiente,por exemplo,mirar que o mundo despreza Deus e não compreender que,paradoxalmente,Deus ama tanto o mundo que foi capaz de entregar o seu Filho para salvá-lo (cf.Jo 3,16).Naquele momento,olhando para o povo de Israel,que era talvez objeto particular de sua atenção-o povo escolhido(cf.Êx 3,7-10;Is 49,7),o “servo de Javé” (cf.Is 49,3)-Deus observou que as pessoas estavam se entregando á viol~encia,à rapina;estavam oprimindo os pobres,perseguindo os indigentes e estrangeiros.Essas coisas eram entendidas pelos profetas como referenciais básicos para medir a “temperatura” espiritual e moral do povo.Havia sinais de que Israel estava ferindo gravemente a justiça e,portanto negligenciando a aliança com o próprio Deus.

Partilha e Reflexão desse estudo:

Como podemos ver nesse texto,vimos aqui diversas situações sobre esse tema que fala sobre o carisma de intercessão profética.Diversas vezes podemos ver em grau poderemos perceber a nossa intercessão que nos comove com tanta dedicação na nossa missão de evangelizar.Objetivo é,mostrar o quanto que a nossa intercessão é carismática através da comunicação que desenvolve “a História da salvação narra e documenta a comunicação de Deus com o homem,comunicação que utiliza todas as formas e as modulações do comunicar.”(cf.Carta Apostólica Rápido Desenvolvimento,n° 4.).Neste sentido a Carta Apostólica também influencia que “A Igreja encontra nos meios de comunicação um apoio para difundir o Evangelho e os valores religiosos para promover o diálogo e a cooperação ecumênica e inter-religiosa”.(cf.RD,7).Mas voltando ao nosso assunto,vimos também que a observação do Senhor para o mundo,também influenciou a nossa situação aqui na terra.Como podemos ver é que a sensibilidade de se ter um carisma na nossa intercessão,todos os fins próximos daqueles que propagam o Evangelho,como podemos observar que a pregação é muito fundamental em nosso meio,sendo que,a nossa realidade é trazer a comunicação ente Deus e o homem para que possam então levar em consciência,a missão de anunciar a Boa-Nova para o povo de Deus.Isso por exemplo foi um fato marcante para nós,necessitamos de muita intercessão,pois é preciso mostrar que a fidelidade,é somente a transformação daqueles que precisam ouvir o Senhor com muita atenção.Estamos concluindo esse estudo com uma forma de que nós podemos então pronunciar verdadeiramente o que nos toca no coração de quem escuta o Senhor com admiração.Que Deus nosso Senhor,nos fortalece em nós o carisma que passamos verdadeiramente o que nos faz ter a intercessão e o nosso carisma.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Obs: Continuaremos a segunda parte desse tema na próxima semana.

Deus abençõe a todos

Joseph Charles D´almada Batista

Agosto 17, 2009

Uma voz que clama no deserto-3ª Parte

Arquivado em: Uma voz que clama no deserto-3ª Parte — Joseph Charles @ 11:51 am

Talvez o maior mérito de João esteja exatamente em ser mais do que se exige dele.Não me parece necessário que João morasse no deserto e comesse gafanhotos.E como dito,não era isso que os seus familiares esperavam dele.Porém,ele quis ir além.Todos os pregadores deveriam seguir o mesmo caminho.Todo mundo tem o direito de escolher o que quer da vida.Uma pessoa poder ser cristã cumprindo com os deveres que se lhe exigem.Ela certamente será salva.Mas se quer ser pregadora a exemplo de João Batista,como a Palavra encarnada na vida,terá que superar as expectativas e ir além das exigências.Todos podem dar testemunho do Evangelho,mas um poderoso anúncio só pode ser construido com doação e coragem de dar um passo a mais sem exigir nada de Deus.Em outras palavras,com sangue de gente que se consome de zelo pela causa do Senhor (cf.Jo 2,17).Quando encontro uma obra de evangelização poderosa,eficiente,verdadeira,perene e crescente,impressiono-me não com a quantidade de recursos materiais de que dispõe,mas com as vidas que estão por trás,quando tudo e sofrendo um martírio cotidiano,extremamente fecundo.Por trás das estruturas é que se percebe a face autêntica do Evangelho.Cada pessoa deve encontrar o seu lugar.Se quer simplesmente a vida de um cristão tradicional,que cumpre os mandamentos,tem todo direito.Não vai ser menor do que menor do que ninguém em dignidade.Afinal,foi do próprio João Batista que Jesus também disse:“No entanto,o menor no Reino dos Céus é maior do que ele”(Mt 11,11b).Mas se quer ser pregador-discípulo,deve ir além.Caso contrário,pode estar mentindo para os outros e para si mesmo.Cpmpactuar com a mentira é compactuar com o Demônio,pois o Demônio é o pai da mentira (cf.Jo 8,44c).E consceder com o Demõnio é semar joio puro.E todos sabem o que irá acontecer com o joio (cf.Mt 3,10.12).

Partilha e reflexão sobre este estudo:

Caríssimos irmãos e irmãs,esta é a penúltima semana que estamos fazendo o nosso estudo sobre o livro Pregador Ungido,de Ronaldo José de Sousa.Pois bem,estamos encerrando essa série de estudos sobre a pregação.Quero destacar aqui essa última parte desse tema,depois de três semanas falando sobre esse tema,temos uma gratidão no qual tive a oportunidade de poder evangelizar os nossos jovens que acessam o Blog Jovens Restaurados,nós podemos dizer que a pregação é fundamental que no qual,tivemos uma experiência que toda a nossa realidade de podermos então mostrar  o exemplo que a pregação,que nossa voz que clama no deserto poderíamos então entender o que posso identificar no grande sentido entretanto,posso dizer que a essa expectativa de saber o quanto a essa responsabilidade de João Batista,todos nós precisamos acreditar,o que tem em condições de poder evangelizar as pessoas que precisam efetivamente,onde podemos aplicar essa realidade em nosso coração? essa questão poderá ser respondida através do nosso chamado no qual,Deus tem preparado em nossa vida,como podemos ver no estudo João Batista comia gafanhotos,ora,o que aconteceu com aquele João Batista,que era o propagador da Palavra de Deus? Essa é uma questão que somente nós deveremos descobrir,pois essa é a nossa realidade que a possibilidade de resposabilizar o grande sentido no qual temos a nossa responsabilidade é constituir uma missão importante para a nossa evangelização.Que Deus nosso Senhor prepare para nós através dos seus ensinamentos através da pregação da Palavra.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!Para sempre seja louvado!

Obs:Na próxima semana vamos colocar o último tema dessa série sobre a pregação:“Carisma de Intercessão Profética”.

Agosto 10, 2009

Uma voz clama no deserto-2ª Parte

Arquivado em: Uma voz que clama no deserto-2ª Parte — Joseph Charles @ 1:02 pm

Nas palavras de João as pessoas podiam esperar a manifestação da voz de Deus.Tanto que ele era muito claro,quando pregava.Aos fariseus,ele dizia:“Raças de víboras quem vos ensinou a fugir da cólera vindoura?”(Mt 3,7b).Aos publicanos,exortava:“Não exijais mais do que vos foi ordenado” (lc 3,13);e aos soldados:“Não pratiqueis violência,nem defraudeis a ninguém” (Lc 3,14c).Muito prático! Ensinava à multidão coisas cotidianas,mas essenciais:“Quem tem duas túnicas dê uma a quem não tem;e quem tem o que comer,faça o mesmo”.(Lc 3,11).“O fato de Zacarias recuperar a voz no nascimento de João tem o mesmo significado que o rasgar-se o véu do templo,quando Cristo morreu na cruz(…).Solta-se a língua,porque nasce aquele que é a voz”.(cf.Santo Agostinho,Liturgia das Horas,v.III.p.1375).Deus não receava em colocar palavras na boca de João porque quando ele falava não confundia ninguém.Ele era a voz,e não simplesmente palavras.Essa voz se espalhou de tal maneira que,mais adiante,aconteceu o seguinte:“Por aquela mesma época,o tetrarca Herodes ouviu falar de Jesus.E disse aos seus cortesãos:È João Batista que ressuscitou”.(Mt 14,1-2).Qual foi a primeira pessoa que veio na cabeça de Herodes,quando escutou falar de Jesus? João Batista.Diz-se que para ser discípulo de Jesus é preciso parecer-se com Ele,a ponto de ser confundido com Cristo.No caso de João,aconteceu exatamente o contrário:Cristo foi confundido com ele.Era Jesus que estava falando e agindo,mas Herodes pensava que era João.Que imagem formidável esse pregador passou para o seu povo!Herodes foi um dos homens mais incomodados pela pregação de João.Este dizia claramente e sem medo:“Olha,não é permitido que vivas com a mulher do teu irmão!”.(cf.Lc 14,3-4).E por isso Herodes o encerrou na prisão.João era a voz para aqueles que o escutavam.O ódio de  Herodíades não foi uma reação direta contra João,mas contra a Palavra que havia sido anunciada por ele e que revelara o pecado do adultério(cf.Mc 6,18-19).Mas afronta dirigida á Palavra se concretizou em João,pelo seu martírio,porque um e outro se confundiam.Se Jesus chorou por causa da morte de Lázaro,eu imagino o que não deve ter sentido quando soube da morte de João (cf.Mt 14,12).Afinal de contas,tratava-se do homem de quem havia dito:“Entre os filhos das mulheres,não surgiu outro maior” (cf.Mt 11,9-11a).

Partilha e reflexão sobre esse estudo:

Vimos aqui a continuidade sobre a história de João Batista,o que me chama a atenção,é uma reflexão que nós podemos entender melhor,o quanto que nós queríamos entender essa realidade que estamos vivendo.Com esse sistema que temos ouvido da voz do Senhor,posso admitir que,a palavra de Deus,fortalece em prática o quanto que a nossa fragilidade seja proclamada no entanto temos a certeza,de que somos chamados a pensar e refletir o quanto que a nossa certeza,é tão profunda e tão mencionada no qual,tivemos uma partilha muito fundamental sobre a segunda parte desse estudo que estamos fazendo,afinal,nós também queremos aproveitar que o Senhor,tem realizado em nós uma perfeita salvação no nosso meio,precisamos agir de fato como João Batista,foi um dos maiores pregadores da Palavra de Deus,principalmente quando ele,foi pregar em diversos lugares,que no qual temos a grandeza de poder se realizar em nosso encontro o grande sentido da palavra que seja necessitada,ao pregar e partilhar na pregação,por isso essa é a nossa estratégia de podermos então acompanhar de perto quais foram o sentido de que o chamado de João Batista,foi para simplificar os dons de nossa certeza,no qual temos a experiência de que caminhamos juntamente na palavra do Senhor.Vamos pensar e refletir em nossa consciência,quais são os próximos desafios para a nossa humanidade.Logo saberemos o quanto que a nossa gratidão ao Senhor Jesus,possa nos colocar verdadeiramente o principal diálogo que nos faz todos sermos pregadores da Boa Nova.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!

Obs:Deixem os seus comentários sobre este e outros temas atualizados durante as últimas semanas de estudo sobre a pregação.Lembrando que estamos no final do nosso estudo,e logo estaremos fazendo aqui,um retiro espiritual online com diversos artigos para os jovens,que Deus abençõe a todos

Joseph Charles D´almada Batista

josephcharlesbatista@hotmail.com

josephcharles_2007@yahoo.com.br

 

 

Agosto 4, 2009

Uma voz clama no deserto

Arquivado em: Uma voz clama no deserto — Joseph Charles @ 11:47 am

Um tempo atrás eu estava em oração e o Senhor levou-me a meditar na pessoa de João Batista.Deus começou a me “falar” algumas coisas através desse personagem.Penso que essas meditações podem servir muito para a vida dos pregadores.Por isso,vou mostrar a figura de João como modelo.Já disse que um pregador é,antes de tudo,um enviado(cf.Is 61,1).Quem anuncia a Palavra de Deus deve ir às pessoas “oportuna e inoportunamente”.(cf.2Tm 4,2).Mas alguns pregadores conseguem fazer com que seus ouvintes venham a ele,sem precisar sair de onde estão para falar de Deus:as pessoas se lhes acorrem.Esse era o caso de João Batista (cf.Mt 3,5).Mas não é por isso que o considero como modelo de pregador.Afinal de contas,também os falsos profetas atraem multidões.O que estabelece João Batista como modelo pode ser descoberto em outras passagens da Bíblia.Vou começar por citar Mt 3,1-4:“Naqueles dias,apresentou-se João Batista,no deserto da Judéia,proclamando:”Convertei-vos,pois o Reino dos Céus está próximo”.E dele que falou o profeta Isaías:”Voz de quem clama no deserto:Preparai o caminhi do Senhor,endireitai as veredas para ele”.(Is 40,3).A veste de João era feita de pêlos de camelo,e ele usava um cinto à cintura;o seu alimento era gafanhotos e mel silvestre.E então Jerusalém,toda a Judéia e toda a região do Jordão saíam à sua procura e,confessando os seus pecados,eram por ele batizados no rio Jordão”.(Mt 3,1-5).Pelo contexto do Evangelho percebe-se que João era de uma família judaica tradicional.Seu pai era da classe sacerdotal,tanto que a anunciação do nascimento de João fora feita quando Zacarias havia sido escolhido para oferecer o sacrifício anual a Deus no “Santo dos Santos”;esse sacrifício era feito no lugar onde só quem entrava era o sacerdote escolhido.Os pais de João Batista eram fiéis cumpridores da Lei,judeus convíctos.Dedicaram,certamente,muito do seu tempo à educação do filho.As mulheres estéreis eram consideradas como amaldiçoadas por Deus.Zacarias e Isabel votaram,certamente,o resto de suas vidas à educação de João.Com certeza,essa educação foi tripicamente judaica.Como sacerdote,Zacarias tinha de dar ao seu filho exatamente aquilo que havia aprendido da Lei.A Lei era o caminho para a justificação.E João cresceu nesse ambiente.Quando João atingiu a fase adulta,deve ter surpreendido todas as pessoas de sua família que esperavam que ele fosse como o seu pai: um fiel cumpridor da Lei à moda antiga.João,no entanto,resolveu se vestir de pele de camelo e morar no deserto.Nesse sentido,ele escandalizou as pessoas que esperavam dele um comportamento tradicional.

Partilha e reflexão sobre o estudo:

Caríssimos jovens,estamos no mês de agosto,mês dedicado a vocação mês dedicado aos sacerdotes,e hoje Terça-Feira (04/08),estamos celebrando a solenidade de São João Maria Vianney,o Santo Cura D´ars,estamos também rezando por todos os nossos sacerdotes,neste Ano Sacerdotal,que foi proclamada pelo Papa Bento XVI no dia 19 de Junho,na festa do Sagrado Coração de Jesus.Como nós vimos nesse texto,possamos então meditar o quanto que a experiência de João Batista,foi bastante claro para todos nós.É nessa certeza de que somos chamados para sermos pregadores da Palavra de Deus,o que me chamou a atenção nesse nosso estudo do livro Pregador ungido,nesse tema de hoje,quando nós estamos passando por uma experiência como a de João Batista.O profeta Isaías nos falou claramente sobre esse tema que estamos abordando agora:“Grita uma voz:”No deserto abri caminho para o Senhor”.(Is 40,3).Quando vimos esse texto,vimos que com que possamos então levar em condições o maior sentimento de nossas vidas o que temos de valor,pois aí está uma respota que “uma voz clama no deserto”.O próprio Documento de Aparecida nos ensina que “A respota a seu chamado exige entrar na dinãmica do Bom Samaritano (cf.Lc 10,29-37),que nos dá o imperativo de nos fazer próximos,especialmente com quem sofre,e gerar uma sociedade sem excluídos,seguindo a prática de Jesus que come com os publicanos e pecadores (cf.Lc 5,29-32),que acolhe os pequeninos e as crianças(cf.Mc 10,13-16),que cura os leprosos (cf.Mc 1,40-45),que perdoa e liberta a mulher pecadora (cf.Lc 7,36-49;Jo 8,1-11),que fala com a Samaritana(cf.Jo 4,1-26).”(cf.Documento de Aparecida,135).Portanto jovens,precisamos levar em conta de que a nossa responsabilidade de assumir a nossa vocação ao chamado de Deus,como nos explica o Documento de Aparecida que diz que a resposta do chamado exige em entrar em dinãmica,pois nós aprendemos que com a grande garra e mostrar ao mundo inteiro,precisamos então levar em conta que,a nossa missão é anunciar a Boa Nova para as pessoas.Que Deus nosso Senhor,possa cada vez mais ensinar com agilidade toda a nossa certeza de que seremos chamados para sermos discípulos e missionários de nosso Senhor Jesus Cristo.Deixe seu comentário aqui em nosso Blog e comente também sobre a sua experiência sobre a sua vocação.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!!

Deus abençõe a vocês

Joseph Charles D´almada Batista- josephcharlesbatista@hotmail.com

Obs: Continuaremos a falar sobre esse tema na próxima semana.

Blog no WordPress.com.