Jovens Restaurados

Abril 27, 2008

Pérolas preciosas para Deus

Arquivado em: Sem-categoria — Joseph Charles @ 11:49 am

Padre Antonello

Nesta manhã fizemos o primeiro passo de cura pelo amor do Pai. Nesta Missa faremos o passo da cura através de Jesus. Vamos tocar alguns aspectos desse Jesus que nos cura. O que Jesus fez? Como Ele nos amou e até que ponto nos amou? Todas as Missas são de cura à medida que abrimos nosso coração. Deus quer agir na sua vida.

Padre João Henrique

Somos chamados por Jesus a doar a vida pelos outros. O Evangelho fala das perseguições que teremos que viver por seguir a Cristo. Seguir Jesus significa ir onde Ele está.

Jesus quer alcançar as nossas misérias, as nossas chagas, a própria morte. O Pai não julga ninguém, entregou o julgamento para o Filho, mas olhem que maravilha: “Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; por que não crê no nome do Filho único de Deus” (João 3,16-18).

Padre Antonello

Deus Pai não nos julga, mas nos ama. Nós podemos ler todo o Antigo Testamento e veremos Deus construindo uma história para compreendermos que Ele não nos julga. Quando a pessoa não se sente filho de Deus Pai é um grande drama. Deus Pai não nos julga, mas nos ama.

Padre João Henrique

Quando eu olho para o abismo da minha miséria eu fico paralisado. A notícia boa é que Jesus carregou nossas enfermidades. Se você olha para a cruz, fica liberto, pois o amor pregou Jesus na cruz e Ele não pode mais fechar os seus braços. O demônio nos bloqueia diante da nossa miséria nos fazendo indignos do amor de Jesus, mas pela graça fomos salvos.

Padre Antonello

Jesus entregou sua vida, se esqueceu de Si mesmo. O julgamento d’Ele é cravar a cruz para você, esta cruz que vai entrando na sua miséria. Deus Filho não te julga, Ele quer te salvar.

Padre João Henrique
Foto: Eliziane Alves


Padre João Henrique

Se Jesus não tivesse descido no inferno, nós não poderíamos viver. O Papa João Paulo II diz que as crianças, que as mães abortaram, estão no céu e intercedem por elas.

Padre Antonello

Se existe aqui mãe que abortou os “anjinhos” estão a interceder por elas.

Padre João Henrique

Aqui está um homem que viveu 30 anos no homossexualismo, mas aqui na Canção Nova foi liberto, o amor de Cristo através de suas chagas o libertou.

Padre Antonello

Jesus quer te salvar. Jesus em você não vê sujeira, Ele vê brilhar a sua beleza escondida, Ele vai embaixo da sua podridão e limpa aquela poeira.

Padre João Henrique

Pela cruz chega a nós a luz que restaura nossa beleza. Para Deus não existe filhos perdidos, existe unicamente filhos e filhas da misericórdia, Ele faz dos maiores pecadores os maiores santos.

Padre Antonello

Jesus é a nossa verdadeira salvação.

Padre João Henrique

Só não se salva quem não confia. O Filho veio para salvar a todos, mas quem não crê já está condenado. Se você confiar na misericórdia do Senhor neste momento será restaurado. O Senhor não te julga.

Padre Antonello

Deus toca no profundo, Deus te alcança no fundo da sua miséria. Deus chegou até nós e nos abraçou.

Padre João Henrique

Vamos ofertar ao Senhor a nossa miséria nesta Santa Missa.

Abril 20, 2008

Amor a Deus é a salvação

Arquivado em: Amor a Deus é a Salvação — Joseph Charles @ 3:16 pm

Nesta mensagem a ser publicada vamos abordar sobre o amor a Deus e a nossa salvação,possamos perceber que o amor é definitivamente o que nós estamos vivendo a esperança que Deus pode demonstrar todo o procedimento do amor de Deue em nossa vida em nosso coração,muitos jovens arriscam essas aventuras do prazer,sexo mas não têm obediência ao ter o amor que é conhecido por Deus segundo a Carta Encíclica Deus Caritas Est nos fala que:” O Cristianismo destruiu verdadeiramente o Eros?”(DCE nº 4).Essa questão é realmente importante porque saibamos o que acontece quando nós falamos a diferença entre o “Eros” e o ”agape”.Veja: O Eros:significa amor de amizade agape  vem dizer que “Os escritos neotestamentários privelegiam a última,que na linguagem grega era quase posta do lado”.(DCE nº 3).Neste ponto a Sagrada Escritura nos diz na Primeira Carta de São nos fala sobre o amor de Deus em nossas vidas e que Deus é o amor que está colocando o ponto verdadeiro amor de Deus em nossos corações e fala para nós que o amor é para “Quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele”.(cf.1Jo 4,16).É para isso que o amor vem transformar a nossa vida e quantos jovens vem estando em crise com o namoro e que o namoro o casamento estão em crise mas todos nós percebemos que a nossa fraterna decisão de amar é para colocar um novo mandamento que Deus colocou para nós:” Dou-vos um novo mandamento:Amai-vos uns aos outros.Como eu vos tenho amado,assim  também vós deveis amar-vos uns aos outros”.(Jo 13,34).Os mandamentos que Deus tem para nos dar é fortalecer que o amor cresça com a força da Fé e que possamos colocar um exemplo que o amor vem colocar o grande fortalecimento em nosso coração para isso o Documento de Aparecida vem nos falar que ” Agradecemos a Cristo que nos revela que Deus é amor e que vive em si mesmo o mistério pessoal de amor”.(cf.Documento de Aparecida nº 115).Mesmo que o amor de Deus vem nos consolar ele vem para agradar o amor de Deus que nos mandou este novo mandamento para todos nós,vimos que os Jovens precisam saber mais sobre o amor e não exagerar conforme os jovens  fazem como se envolverem na prostituição,adultério,e todos esses pecados contra a nossa sexualidade,precisamos formar homens novos para uma vida melhor e já no Livro de Gênesis fala sobre a imagem e a semelhança entre o homem e a mulher.( cf.Gn 1,27).Para isso o amor de Deus em nossas vidas é proclamar o amor a Deus a todos nós.A Carta Encíclica Spe Salvi nos fala que:” Até agora estivemos a falar da fé e da esperança no Novo Testamento e nos inícios do cristianismo,mas deixando sempre claro que se tratava do passado;todoa a reflexão feita  tem a ver com a vida e a morte do hoem em geral e,portanto,interessa-nos também a nós aqui e agora”.(cf. Spe Salvi nº 10).Saibamos que a fé tem a maior esperança para primordiar o exemplo do amor e da esperança.O Papa Bento XVI dizia  em sua viagem apostólica para o V Encontro Mundial das famílias em julho de 2006:” A família é uma instituição de mediação entre o indivíduo e a sociedade“.(cf.Discurso do Papa Bento XVI no V Encontro Mundial das Famílias na cidade de Valência(Espanha) em julho de 2006). 

Abril 13, 2008

Por que não podem confessar e comungar?

Arquivado em: Por que não podem confessar e comungar? — Joseph Charles @ 1:09 pm

A Sagrada Escritura começa pela criação do homem e da mulher, à imagem e semelhança de Deus (Gn.1, 26-27) e acaba pela visão das “núpcias do Cordeiro” (Ap 1, 7.9). O próprio Deus é o autor do matrimônio. O matrimônio foi elevado por Cristo à dignidade de sacramento: “os dois serão uma só carne (Ef 5, 31); “…casar-se… mas apenas no Senhor” (1Cor 7, 39). A Escritura diz que o matrimonio é a nova aliança de Cristo e da Igreja.

O maior problema, o drama e a cruz que tocam diretamente os divorciados recasados é não poder ter acesso ao sacramento da Reconciliação – que prepararia e “abriria o caminho ao sacramento eucarístico” (Familiaris Consortio – FC 84) – e ao sacramento da Eucaristia, se viverem sexual e conjugalmente o seu segundo relacionamento não sacramental.

A este ponto apresenta-se a pergunta espontânea: por que não podem receber estes dois sacramentos? O que os impede de receber os sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia?

Segundo a FC são dois os argumentos ou motivos: o Doutrinário-teológico e o Pastoral

1º ARGUMENTO DOUTRINÁRIO-TEOLÓGICO

A Eucaristia comunica, realiza, faz, atua, alimenta, sustenta, santifica a nova, eterna, indissolúvel união e fiel aliança de Cristo com a Igreja (os fiéis). As palavras de Jesus: “Este cálice é a nova aliança em meu sangue que é derramado por vós…” (Lc 22,20).

O Matrimônio-sacramento também comunica, realiza, faz, atua, alimenta, sustenta, santifica a indissolúvel união e a fiel aliança de Cristo com os esposos, elementos estes essenciais do matrimônio-sacramento. De fato, desta indissolúvel união e fiel aliança nasce a família, primeira célula da Igreja.

“Maridos amai vossas mulheres como Cristo amou a Igreja e por ela se entregou… (fidelidade até a morte). É grande este mistério; digo-o em relação a Cristo e à Igreja” (Ef 5,25.32). Pela Eucaristia os esposos participam desta união indissolúvel e fiel aliança de Cristo com a Igreja.

Aqui está o problema: a segunda união rompeu, contradiz esta união indissolúvel e fiel aliança dos esposos em Cristo realizada pelo matrimônio-sacramento. Não pode haver em Cristo duas alianças. A segunda união é ruptura, contradição destes dois elementos essenciais do matrimônio-sacramento.

A Pastoral Familiar se baseia sobre dois princípios: o princípio da compaixão e da misericórdia e o princípio da verdade e da coerência.

Os Padres do Sínodo colocaram bem claro a coexistência e a influência mútua dos dois princípios. Sendo eles igualmente importantes e complementares, os mesmos andam juntos, de tal forma que um não pode ser mais acentuado do que o outro. Deste modo a Igreja professa a própria fidelidade a Cristo reconhecendo o princípio da verdade: o matrimônio sacramento é indissolúvel e o princípio da compaixão e da misericórdia infinita acolhedora “igualmente importante.

Baseando-se nestes dois princípios complementares, a Igreja não pode mais do que convidar os seus filhos, que se encontram nestas situações dolorosas, a aproximarem-se da misericórdia divina por outras vias, mas não pela via dos sacramentos, especialmente da Penitência e da Eucaristia, até que não tenham podido alcançar as condições requeridas.

A Igreja, mãe misericordiosa, comporta-se nestes casos com espírito materno para com estes filhos, esforçando-se infatigavelmente por oferecer-lhes os meios de salvação ou seja, o caminho espiritual-pastoral.

A Igreja lembra que há múltiplas presenças de Cristo… A Eucaristia é o grande encontro com Jesus, mas não é o único. A Palavra de Deus, o sacrifício da Missa, a Adoração ao Santíssimo, a oração, as obras de penitência e da caridade podem e são outrossim encontros com Jesus.

2º ARGUMENTO PASTORAL

Existe outra dificuldade para a recepção dos Sacramentos da Reconciliação e da Eucaristia por parte dos divorciados recasados exposta pelo Papa: é a “razão pastoral”.

“O respeito devido quer ao sacramento do matrimônio, quer aos próprios cônjuges e aos seus familiares, quer ainda à comunidade dos fiéis, proíbe os pastores, por qualquer motivo ou pretexto mesmo pastoral, de fazer, em favor dos divorciados que contraem nova união, cerimônia de qualquer gênero.

Estas dariam a impressão de celebração de núpcias sacramentais válidas, e conseqüentemente induziriam em erro sobre a indissolubilidade do matrimônio contraído validamente” .

Esta disposição da Igreja, porém, não impede que a mesma, como mãe carinhosa, tenha uma atitude pastoral materna. João Paulo II, de fato, na FC 84 ofereceu aos divorciados recasados a oportunidade de aproximar-se do Sacramento da Reconciliação – que abriria o caminho ao sacramento eucarístico – contanto que:

1. Sejam arrependidos de ter violado a indissolubilidade, que é o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo;

2. Sejam sinceramente dispostos a uma forma de vida não mais em contradição com a indissolubilidade do matrimônio.

3. Assumam a obrigação de viver em plena continência.

Não se deve esquecer, todavia, que a Igreja com firme confiança vê que, mesmo aqueles que se afastaram do mandamento do Senhor e vivem agora nesse estado, poderão obter de Deus a graça da conversão e da salvação, se perseverarem na oração, na penitência e na caridade.

Padre Luciano Scampini

Sacerdote da paróquia Nossa Senhora Aparecida, da Arquidiocese de Campo Grande (MS), padre Luciano Scampini há algum tempo vem se dedicando ao estudo de uma das questões mais desa

Abril 6, 2008

Faz arder sempre o nosso coração

Arquivado em: Faz, arder o nosso coração — Joseph Charles @ 3:27 pm

Uma nova experiência com a Palavra de Deus, ou melhor, com Jesus Palavra. Um curso que atingiu o seu objetivo nos levando a entender que a Bíblia não é algo e sim alguém, o próprio Jesus, Verbo encarnado. Entender que o centro de toda a escritura é Jesus. A Palavra nos explica Jesus e Jesus nos explica a Palavra.

É preciso fazer a experiência com a palavra não como fazemos com um livro comum, mas sim nos deixar arder pela mesma palavra que fez arder o coração dos discípulos de Emaus. Esses discípulos fizeram a experiência com a Palavra e depois reconheceram Jesus na fração do pão. Assim deve ser a nossa experiência: escutar, ter o coração abrasado pela palavra e depois reconhece-lo na Eucaristia.

A vida de um verdadeiro discípulo de Jesus é marcada pela experiência de Emaus. A cura que Jesus realizou no coração destes discípulos – que como muitos de nós, estavam decepcionados, desanimados e sem esperança - Ele quer fazer no nosso coração pelo poder de sua Palavra.

 Bruna com a Palavra

É preciso então fazer antes o caminho da cura, que é o mesmo caminho daqueles dois discípulos, onde a Palavra foi o bálsamo da esperança capaz de faze-los reconhecer o Cristo ressuscitado na Eucaristia. Jesus Palavra com certeza fez o nosso coração arder de amor pela missão de evangelizar mais e melhor neste curso. Assim como os discípulos de Emaus que se tornaram anunciadores da ressurreição depois do encontro com Jesus Palavra, queremos ser nós também.  

Você também não quer fazer esta experiência? 

“Não ardia em nós o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as escrituras?” (Lc 24, 32) 

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